Duty of care é o dever de cuidado da empresa com quem viaja a trabalho. Na operação de viagens, isso se traduz em localizar o viajante, manter um canal acessível e coordenar uma resposta quando algo dá errado. O alcance jurídico depende do contrato, do caso concreto e da orientação especializada.
O que o cliente corporativo costuma exigir
Políticas de viagem corporativa podem incluir canal de emergência, fluxo de acionamento fora do horário comercial, contatos de escalonamento e registro da ocorrência. A agência precisa deixar claro o que o atendimento pode resolver, quando deve pedir autorização e como comunica a empresa contratante.
Preparação antes da viagem
Mantenha contatos atualizados, itinerários acessíveis à equipe autorizada, fornecedores de apoio e critérios de prioridade. Defina também quais dados podem ser consultados e compartilhados em cada etapa, respeitando a LGPD e as regras da empresa cliente.
Resposta durante um incidente
O fluxo deve confirmar a localização e a segurança do viajante, reunir dados da reserva, apresentar alternativas e registrar decisões. Emergências médicas ou de segurança devem ser direcionadas aos serviços locais competentes, à assistência contratada e às autoridades quando necessário.
Registro e encerramento
Cada ocorrência precisa guardar horário, canal, ações tomadas, autorizações e desfecho. A equipe da agência e o gestor responsável recebem a passagem de bastão conforme o procedimento acordado.
O ponto prático
Cobertura documentada 24/7, com registro e rastreabilidade de cada chamado, ajuda a reduzir exposição operacional e melhora a prestação de contas em contratos corporativos. O serviço não substitui autoridades, assistência médica, seguradoras ou assessoria jurídica; ele organiza a comunicação e a execução das providências de viagem.
